Luis Pires, jornalista com mais de cinco décadas de carreira, decidiu abrandar o ritmo — não por falta de paixão, mas por saber que chegou o tempo de cuidar também de si. Em estúdio, falou com serenidade sobre um percurso marcado por memórias intensas: reportagens que o transformaram, momentos de celebração e também de dúvida, porque o jornalismo nunca foi um caminho fácil.
Recordou os dias em que a notícia era construída passo a passo, e reconheceu como hoje o avanço tecnológico, em particular a inteligência artificial, está a redefinir a profissão — não como uma ameaça, mas como uma ferramenta que exige responsabilidade e adaptação.
Acima de tudo, ficou a mensagem que sempre guiou o seu trabalho: o amor pela verdade, pelas histórias e pelas pessoas. Porque, no fim, é isso que permanece — não apenas o que se contou, mas a forma como se tocou a vida de quem ouviu.
Luis Pires, jornalista com mais de cinco décadas de carreira, decidiu abrandar o ritmo — não por falta de paixão, mas por saber que chegou o tempo de cuidar também de si. Em estúdio, falou com serenidade sobre um percurso marcado por memórias intensas: reportagens que o transformaram, momentos de celebração e também de dúvida, porque o jornalismo nunca foi um caminho fácil.
Recordou os dias em que a notícia era construída passo a passo, e reconheceu como hoje o avanço tecnológico, em particular a inteligência artificial, está a redefinir a profissão — não como uma ameaça, mas como uma ferramenta que exige responsabilidade e adaptação.
Acima de tudo, ficou a mensagem que sempre guiou o seu trabalho: o amor pela verdade, pelas histórias e pelas pessoas. Porque, no fim, é isso que permanece — não apenas o que se contou, mas a forma como se tocou a vida de quem ouviu.